Como fosse um par que, Nessa valsa triste, Se desenvolvesse, Ao som dos Bandolins... E como não? E por que não dizer, Que o mundo respirava mais, Se ela apertava assim, Seu colo como, Se não fosse um tempo, Em que já fosse impróprio, Se dançar assim, Ela teimou e enfrentou, O mundo, Se rodopiando ao som, Dos Bandolins... Como fosse um lar Seu corpo a valsa triste Iluminava e a noite, Caminhava assim, E como um par, O vento e a madrugada, Iluminavam a fada, Do meu botequim... Valsando como valsa, Uma criança, Que entra na roda, A noite tá no fim, Ela valsando, Só na madrugada, Se julgando amada, Ao som dos Bandolins...
Oswaldo Monte Negro - bandolins

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